Crônica de Frei Hildebrando

Mais uma crônica de Frei Hildebrando

Palestra datada de 14 de agosto de 1976

Meus prezados Ouvintes:

Nas horas de angústia, nos momentos ristes e amargos da vida, quando as tribulações e a adversidade nos visitam com todo seu doloroso cortejo, ah, quanto nos custam então a resignação e a conformidade com a santíssima vontade de Deus!

Tenhamos paciência e calma nessas horas de aflição! Bem poucos compreendem a necessidade e a importância de nossa conformação com a vontade Divina – condição essa, entretanto, ESSENCIAL para a salvação de nossas almas.

“Não são aqueles que dizem: Senhor, Senhor! Os que entram no reino do céu, mas sim, os que fazem a vontade de meu Pai!” – assim proclamou solenemente Jesus no Evangelho.

E no Pai Nosso, oração a mais sublime que o próprio Divino Mestre nos ensinou, rezamos tantas e tantas vezes: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu!”

Sim, meus amigos, muitos rezam essa oração rotineiramente, quase que maquinalmente, porém, bem poucos a compreendem em toda a sua profundidade, e bem mais raras ainda são as pessoas que penetram no verdadeiro sentido dessas palavras: “Seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu!”

Meus amigos, toda a santidade consiste essencialmente em fazermos o que Deus quer de nós!

Nas alegrias, nas horas felizes, nos dias de saúde e prosperidade, quando tudo nos corre às mil maravilhas, é fácil dizermos: “Seja feita a Vossa Vontade!”

Mas, nas tristezas e amarguras da vida, quando formos atingidos por um grande golpe – aí é que devemos revelar a nossa virtude, devemos revelar a nossa interior disposição, – aí também – e principalmente Nessas Horas cruciantes é que devemos repetir, de todo o coração, com toda a conformidade de nossa alma: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no céu!”

Se isso conseguirmos, então grandes, muito grandes nos tornaremos diante de Deus – e teremos galgado o ápice da nossa perfeição!

Meus prezados amigos: a grandeza do homem se mede pela grandeza de sua cruz, pela sua conformidade em carregar essa cruz!… Tenho dito.

“Não são aqueles que dizem: Senhor, Senhor! Os que entram no reino do céu, mas sim,
os que fazem a vontade de meu Pai!” – assim proclamou solenemente Jesus no
Evangelho.

E no Pai Nosso, oração a mais sublime que o próprio Divino Mestre nos ensinou, rezamos
tantas e tantas vezes: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu!”

Sim, meus amigos, muitos rezam essa oração rotineiramente, quase que maquinalmente,
porém, bem poucos a compreendem em toda a sua profundidade, e bem mais raras
ainda são as pessoas que penetram no verdadeiro sentido dessas palavras: “Seja
feita a Vossa vontade assim na terra como no céu!”

Meus amigos, toda a santidade consiste essencialmente em fazermos o que Deus quer de
nós!

Nas alegrias, nas horas felizes, nos dias de saúde e prosperidade, quando tudo nos
corre às mil maravilhas, é fácil dizermos: “Seja feita a Vossa Vontade!”

Mas, nas tristezas e amarguras da vida, quando formos atingidos por um grande golpe
– aí é que devemos revelar a nossa virtude, devemos revelar a nossa interior
disposição, – aí também – e principalmente Nessas Horas cruciantes é que
devemos repetir, de todo o coração, com toda a conformidade de nossa alma:
“Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no céu!”

Se isso conseguirmos, então grandes, muito grandes nos tornaremos diante de Deus –
e teremos galgado o ápice da nossa perfeição!

Meus prezados amigos: a grandeza do homem se mede pela grandeza de sua cruz, pela
sua conformidade em carregar essa cruz!…

Tenho dito.

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