Mais uma Crônica do Frei Hildebrando – datada de 06 de maio de 1978

Meus prezados Radio Ouvintes:

Já nos encontramos em pleno mês de maio. Certamente, vós sofredores que estão doentes tendes bem junto de vós a imagem da Virgem Maria. Todos vós estais esperando a graça de vossa cura ou ao menos um alivio substancial.

Pela leitura do Evangelho deveis ter notado que o Divino Salvador, em suas andanças pela Palestina, curando tantos e tantos doentes – em geral condicionava a cura à FÉ. Sempre de novo nos deparamos com estas palavras: “Vai! – a tua fé te salvou”! SIM – ele exigia sempre FÉ – Fé absoluta no seu poder e sua Bondade.

Tomemos apenas, por exemplo, o episodio da cura do cego no Jericó, que nos refere o evangelista S. Lucas. Jesus ia passando… O cego começou a bradar: “Jesus, Filho de Davi, – tende piedade de mim!”

Mandavam-no calar-se. Ele, porém, gritava cada vez mais alto ainda! E Nosso Senhor pediu que se aproximasse. Então o estimulavam: Anima-te! Ele te está chamando. Vai depressa! Aproximou-se exultante. E Cristo, cheio de bondade, lhe pergunta: “Que queres que eu te faça?” – “SENHOR, que eu veja!” – foi a resposta. E Jesus diz: “Vai – a tua fé te salvou”. E imediatamente recuperou a vista – louvou ao Senhor… e o acompanhava. Outras vezes, o Divino Mestre dizia: “Seja-te feito conforme creste!”

Meus prezados Amigos – o que em geral nos falta – e é precisamente o motivo, porque não somos mais vezes atendidos nas nossas preces, repito, o que em geral nos falta, é essa FÉ e essa CONFIANÇA absoluta na bondade de Deus.

Sofredores amigos: Lembrai-vos de que – na qualidade de ENFERMOS – sois os prediletos de Jesus… e não só d’ELE, mas também da Mãe de Jesus que é também Mãe Vossa. Ela vos sorri!… Ela vos anima!… com doce sorriso… MARIA SANTÍSSIMA é, por assim dizer, ONIPOTENTE junto ao seu Filho Divino. Olhai confiantemente para Ela… pedi-lhe para interceder por vós. E a vossa súplica não será em vão!… Tende confiança… confiança absoluta! na vossa FÉ e na vossa CONFIANÇA estará a vossa salvação… estará a vossa cura… estará o vosso alívio… estará a vossa consolação. Tenho dito.

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